E aí povo, tudo certo?Essa semana fiquei sabendo que além do jornalista, que está me rendendo todas aquelas dificuldades, teria de entrevistar um humorista para a faculdade. De imediato pensei que teria as mesmas dificuldades.
No entanto, ontem, quinta-feira (16/10), tive a oportunidade de entrevistar o ator e humorista Warley Santana, do CQC, da band, que respondeu aos meus e-mails imediatemente. Warley foi extremamente bem-humorado na entrevista. Como fã incondicional do CQC fiquei feliz de conseguir entrevistá-lo. A entrevista será veiculada na Rádio Mackenzie, acredito eu, na próxima quarta-feira (22/10).
Warley tem 31 anos e já participou de inúmeras propagandas de televisão (Brahma, Vivo, Volskwagen, Fiat, Brastemp....) Além de ter um extenso trabalho no teatro, mais de 20 participações em curta-metragens e estar estrando em longas no filme Rinha (2008, dir: Marcelo Galvão).
No entanto, ontem, quinta-feira (16/10), tive a oportunidade de entrevistar o ator e humorista Warley Santana, do CQC, da band, que respondeu aos meus e-mails imediatemente. Warley foi extremamente bem-humorado na entrevista. Como fã incondicional do CQC fiquei feliz de conseguir entrevistá-lo. A entrevista será veiculada na Rádio Mackenzie, acredito eu, na próxima quarta-feira (22/10).
Warley tem 31 anos e já participou de inúmeras propagandas de televisão (Brahma, Vivo, Volskwagen, Fiat, Brastemp....) Além de ter um extenso trabalho no teatro, mais de 20 participações em curta-metragens e estar estrando em longas no filme Rinha (2008, dir: Marcelo Galvão).
Entrevista em áudio:
Vamos à entrevista:
Fergon: Warley, como você chegou ao CQC?
Warley Santana: Foi assim, pintou um convite para fazer um teste no CQC, foram 25 atores. Eu já conhecia o Marco Luque porque eu já trabalhava com a Mara Carvalho (diretora da minha peça), que na época era namorada dele. Ela disse que tinha o meu perfil, aí me chamaram para o teste. Eu conversei com o diretor, contando minhas experiências. Logo depois eu vi o quadro argentino e falei que podia tentar fazer algo parecido. Nisso, a gente criou a personagem em cima daquele quadro. Fizemos alguns pilotos com políticos de verdade, aí parece que ele gostou e vai levar adiante.
Fergon: Você tem um currículo extenso como ator na TV em comerciais (Brahma, Fiat, Vivo), alguns programas como o VidaLoca do Multishow, além do teatro que você fez muito. Agora, está fazendo o assessor de imagem no CQC, como foi essa transição? São trabalhos muito diferentes?
WS: A diferença está na exposição, que é muito maior e também posso ter muito mais liberdade autoral. Você vai para um comercial, por exemplo, com tudo pré-determinado já. Embora tenham algumas situações que é permitido criar, é muito díficil de ocorrer. No caso do CQC, por exemplo, as frases etc. eram coisas que vinham da cabeça, que escrevíamos no caminho, tendo essa liberdade de criação muito legal que o CQC dá. E, ao mesmo tempo, a exposição é muito maior, de forma que meu nome verdadeiro, Warley Santana, esteja sendo muito mais divulgado; por mais que me chamem de Assessor de Imagem, Oitavo etc.
Fergon: E o assédio dos fãs, aumentou muito?
WS: É não é que aumentou, ele (o assédio) antes do CQC praticamente inexistia. Às vezes até encontrava alguém que me reconhecia, mas a pessoa tinha que se esforçar muito para lembrar aonde tinha me visto. Agora, qualquer lugar que eu vou, seja no shopping, restaurante, comprar uma revista, tem alguém que me reconhece. Mas de forma muito saudável, pelo menos para mim é tranquilo. Eu gosto muito de ter esse retorno.
Fergon: É uma aceitação do seu trabalho você diria?
WS: Sim, pode ser uma aceitação. No entato, se chegasse alguém e falasse "olha não gostei muito disso, daquilo etc" seria legal também para ter uma noção do que é o negativo desse reconhecimento, isso dificilmente acontece, mas se acontecesse seria legal também.
Fergon: Você acha que o Assessor de Imagem rompe a fronteira do espectador com o artista, político etc. De certa forma desmascarando-os?
WS: Eu creio que sim. Eu não pensava que existiam tantas pessoas que não sabiam que isso rolava (entrevistas "forjadas). Você pode pensar: "Ah, são pessoas que não têm acesso à informação", não! Pessoas que têm acesso falam "nossa eu não sabia mesmo que era assim". Não imaginavem que era tão simples assim de você chegar sugerir qualquer coisa e a pessoa aceitar sem pesquisar, questionar. Das 19 pessoas que entrevistamos, as 19 caíram.
Fergon: Qual é a entrevista do Assessor que você considera a melhor, que você mais gostou de ter feito?
WS: (Risos) Olha, uma que eu gostei muito foi a da Cida (Ex-BBB) porque foi surreal, eu assisti e falei "isso não aconteceu". O problema foi o tempo, nessa entrevista muitas cenas engraçadas não foram para o ar por opção do editor, na do Agnaldo Timóteo também aconteceu isso. Teve uma hora que entramos na academia onde a Cida faz exercício e as pessoas olharam naturalmente sem nenhum furor, aí eu falei "gente é a Cida, super famosa, eu vo sair na calçada quando ela voltar eu quero que vocês façam festa"; quando eu entrei de novo todo mundo "Aeeeee!". Essa foi uma das cenas mais legais que eu achei e infelizmente não foi pro ar. Em termos de graça, acho que foi o da Cida mesmo, mas em termos de importância foi o do (José) Genoíno, do (Sandro) Mabel. Eu não gosto só de um quadro especificamente, eu gosto de algumas coisas, alguns aspesctos de cada um deles.
Fergon: Você diria que são conceitos diferentes, entre "enganar" um político e um Ex-BBB, por exemplo?
WS: É, são conceitos diferentes, mas ao mesmo tempo não são. Você vê um cara com um alto cargo executivo e cai na mesma piadinha, na mesma pegadinha que o Ex-BBB, que a Miss Brasil. Então, nota-se que são tudo meio que farinha do mesmo saco.
Fergon: Agora para fechar Warley, a família é ou não a célula-mater da sociedade?
WS: (Risos) Eu acredito sim, e também acredito que "Deus é a eletricidade e nós somos as lâmpadas" (risos).
Fergon: Tem alguma peça, algum trabalho que você gostaria de divulgar?
WS: Sim, eu to com uma peça em cartaz que se chama De Corpo Presente, com a direção da Mara Carvalho. Eu to desde de fevereiro com essa peça em cartaz, está bem legal. Fica no Espaço Incenna, na rua Bagé, 308 - Vila Mariana. Nós estamos de Sexta às 21h30, Sábado às 21h00 e Domingo às 19h00. E domingo (19/10) estréia na Mostra de Ninema de SP o filme Rinha, que o Marco Luque atua também e, por incrível que pareça, o papel dele é sério (risos).
Warley Santana: Foi assim, pintou um convite para fazer um teste no CQC, foram 25 atores. Eu já conhecia o Marco Luque porque eu já trabalhava com a Mara Carvalho (diretora da minha peça), que na época era namorada dele. Ela disse que tinha o meu perfil, aí me chamaram para o teste. Eu conversei com o diretor, contando minhas experiências. Logo depois eu vi o quadro argentino e falei que podia tentar fazer algo parecido. Nisso, a gente criou a personagem em cima daquele quadro. Fizemos alguns pilotos com políticos de verdade, aí parece que ele gostou e vai levar adiante.
Fergon: Você tem um currículo extenso como ator na TV em comerciais (Brahma, Fiat, Vivo), alguns programas como o VidaLoca do Multishow, além do teatro que você fez muito. Agora, está fazendo o assessor de imagem no CQC, como foi essa transição? São trabalhos muito diferentes?
WS: A diferença está na exposição, que é muito maior e também posso ter muito mais liberdade autoral. Você vai para um comercial, por exemplo, com tudo pré-determinado já. Embora tenham algumas situações que é permitido criar, é muito díficil de ocorrer. No caso do CQC, por exemplo, as frases etc. eram coisas que vinham da cabeça, que escrevíamos no caminho, tendo essa liberdade de criação muito legal que o CQC dá. E, ao mesmo tempo, a exposição é muito maior, de forma que meu nome verdadeiro, Warley Santana, esteja sendo muito mais divulgado; por mais que me chamem de Assessor de Imagem, Oitavo etc.
Fergon: E o assédio dos fãs, aumentou muito?
WS: É não é que aumentou, ele (o assédio) antes do CQC praticamente inexistia. Às vezes até encontrava alguém que me reconhecia, mas a pessoa tinha que se esforçar muito para lembrar aonde tinha me visto. Agora, qualquer lugar que eu vou, seja no shopping, restaurante, comprar uma revista, tem alguém que me reconhece. Mas de forma muito saudável, pelo menos para mim é tranquilo. Eu gosto muito de ter esse retorno.
Fergon: É uma aceitação do seu trabalho você diria?
WS: Sim, pode ser uma aceitação. No entato, se chegasse alguém e falasse "olha não gostei muito disso, daquilo etc" seria legal também para ter uma noção do que é o negativo desse reconhecimento, isso dificilmente acontece, mas se acontecesse seria legal também.
Fergon: Você acha que o Assessor de Imagem rompe a fronteira do espectador com o artista, político etc. De certa forma desmascarando-os?
WS: Eu creio que sim. Eu não pensava que existiam tantas pessoas que não sabiam que isso rolava (entrevistas "forjadas). Você pode pensar: "Ah, são pessoas que não têm acesso à informação", não! Pessoas que têm acesso falam "nossa eu não sabia mesmo que era assim". Não imaginavem que era tão simples assim de você chegar sugerir qualquer coisa e a pessoa aceitar sem pesquisar, questionar. Das 19 pessoas que entrevistamos, as 19 caíram.
Fergon: Qual é a entrevista do Assessor que você considera a melhor, que você mais gostou de ter feito?
WS: (Risos) Olha, uma que eu gostei muito foi a da Cida (Ex-BBB) porque foi surreal, eu assisti e falei "isso não aconteceu". O problema foi o tempo, nessa entrevista muitas cenas engraçadas não foram para o ar por opção do editor, na do Agnaldo Timóteo também aconteceu isso. Teve uma hora que entramos na academia onde a Cida faz exercício e as pessoas olharam naturalmente sem nenhum furor, aí eu falei "gente é a Cida, super famosa, eu vo sair na calçada quando ela voltar eu quero que vocês façam festa"; quando eu entrei de novo todo mundo "Aeeeee!". Essa foi uma das cenas mais legais que eu achei e infelizmente não foi pro ar. Em termos de graça, acho que foi o da Cida mesmo, mas em termos de importância foi o do (José) Genoíno, do (Sandro) Mabel. Eu não gosto só de um quadro especificamente, eu gosto de algumas coisas, alguns aspesctos de cada um deles.
Fergon: Você diria que são conceitos diferentes, entre "enganar" um político e um Ex-BBB, por exemplo?
WS: É, são conceitos diferentes, mas ao mesmo tempo não são. Você vê um cara com um alto cargo executivo e cai na mesma piadinha, na mesma pegadinha que o Ex-BBB, que a Miss Brasil. Então, nota-se que são tudo meio que farinha do mesmo saco.
Fergon: Agora para fechar Warley, a família é ou não a célula-mater da sociedade?
WS: (Risos) Eu acredito sim, e também acredito que "Deus é a eletricidade e nós somos as lâmpadas" (risos).
Fergon: Tem alguma peça, algum trabalho que você gostaria de divulgar?
WS: Sim, eu to com uma peça em cartaz que se chama De Corpo Presente, com a direção da Mara Carvalho. Eu to desde de fevereiro com essa peça em cartaz, está bem legal. Fica no Espaço Incenna, na rua Bagé, 308 - Vila Mariana. Nós estamos de Sexta às 21h30, Sábado às 21h00 e Domingo às 19h00. E domingo (19/10) estréia na Mostra de Ninema de SP o filme Rinha, que o Marco Luque atua também e, por incrível que pareça, o papel dele é sério (risos).
É isso aí eu agradeço ao Warley pela entrevista. Abaixo os links de seus trabalhos:
CQC - http://www.band.com.br/cqc/
Rinha, o Filme - http://www.rinhaofilme.com/
Incenna - http://www.escolaincenna.com.br/
Site Oficial - http://www.warleysantana.com.br/
See ya'
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